domingo, 31 de março de 2013

MOVIDOS PELA FÉ

Milhares de católicos do mundo inteiro se reuniram, na quarta-feira, dia 13 de março, na Praça São Pedro à espera do novo papa. Pouco depois das 15h (horário de Brasília), uma fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina, no Vaticano, dando inicio à cerimônia do anúncio. Entre a fumaça e o anúncio do nome do eleito, a multidão de fiéis celebrou e entoou coros de "Viva, o Papa", enquanto aguardavam sua primeira bênção.
Na mesma semana em que milhares de católicos estiveram reunidos na cerimônia do novo papa, o pastor e cantor gospel Fernandinho, que atualmente é considerado um dos cantores evangélicos de maior sucesso, teve bilheteria esgotada durante a gravação de seu novo DVD no Rio de Janeiro. Fernandinho, durante o show disse que ter fé é realizar a obra de Deus. “A fé sem obra é morta. Se eu digo que acredito em Deus, eu preciso viver o que a bíblia manda”, disse.

Mas que fé é essa que reúne multidões? Em meio às diferenças doutrinarias e das formas de manifestação, as religiões têm muito em comum. Nos últimos anos, além de estarem na mídia, as religiões também obtiveram suas próprias mídias, como grandes canais de televisão, jornais, revistas, páginas na internet.

Um dos aspectos mais evidentes dessa notada revitalização da crença religiosa é a grande ênfase na mídia brasileira televisiva. Nos últimos anos, observam-se inúmeras formas de propagação midiáticas religiosas que invadem o cotidiano, na mesma medida em que intensifica a mídia. Assim, é grande o despontar da vida religiosa. São incontáveis horas de conteúdo religioso presente nas telas, que apresentam não apenas os grandes momentos da vida comum recheados de representação, mas proporcionam também material ainda mais farto para a espiritualidade pessoal.

Programas de televisão, de canais abertos e fechados, já falam de espiritualidade e mostram multidões em cultos religiosos e grandes missas. Programas trazem a cada semana notícias relacionadas à Igreja e ao que Ela prega, deixando os fiéis informados sobre o que acontece no mundo e a posição da Igreja diante de cada fato. Assim, diferentes tipos de mídias são abrangidas. São elas: Revista, Rádio, TV, Portal, WebTV e Mobile (tecnologia que permite a transmissão de músicas, fotos, imagens, vídeos e pregações pelo celular, palmtops e iPod). Trata-se, inclusive, de uma estratégia para garantir suas existências sociais, através da visibilidade projetada dos novos meios de comunicação.

Um exemplo de mídia geradora de audiência através de histórias relacionadas à fé e suas crendices é o “Viver com Fé”, apresentado pela atriz Cissa Guimarães, transmitido na GNT. Os personagens contam sobre suas experiências de fé e como isso está presente no seu dia a dia. Mais do que a religião, o que interessa a Cissa é a religiosidade que cada um carrega em si.  “A fé é o que nos mantém vivo, é um passinho à frente. É o que te faz andar, te dá sentido. As pessoas não podem se achar incríveis, pois existe uma coisa muito maior, que é resumida pelo amor”, definiu a artista.

Através do programa, espectadores descobrem o lado religioso de artistas que acreditam viver através da fé. Além da música e da família, a religião ocupa um lugar especial no coração do sambista Zeca Pagodinho, que cresceu em meio a um grande sincretismo religioso e o fez misturar as tradições católicas com as do Umbandismo. “Minha avó era rezadeira, curava íngua, machucado que não secava...”, disse. 

Ao fazer um giro entre as principais religiões e mostrar como obter a cura pela devoção, o programa demonstra o quanto as religiões, cada vez mais, se relacionaram e se ramificaram.

Maria Cecília.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher ♥


Há aproximadamente um século, é comemorado em 8 de março o Dia Internacional da Mulher. A celebração dá voz à luta contra o preconceito sobre o sexo feminino. As várias origens desta celebração estão associadas às reivindicações por uma vida mais digna e menos desigual.
As mulheres, antigamente, não podiam votar, não eram valorizadas pelo seu trabalho e de maneira alguma, poderiam possuir um cargo de alto padrão na sociedade. Foi então que no governo do presidente Getúlio Vargas, as leis no Brasil começaram a mudar. Em 1932, as mulheres brasileiras ganharam os mesmos direitos trabalhistas que os homens, conquistaram o direito ao voto e a cargos políticos do executivo e do legislativo.
Em 1981, Erasmo Carlos sabiamente gravou em versos que é um absurdo dizer que a mulher é o sexo frágil. E hoje, 32 anos depois, a música pode ser cantada com mais ênfase, já que o público feminino vem ganhando força e modificando seu perfil na sociedade brasileira. Só nos últimos 10 anos, a participação feminina dobrou no mercado de trabalho. Elas representam 17,5% dos presidentes, 23% dos diretores e 26% dos gerentes e quando chegam aos cargos de encarregados e coordenadores, as mulheres são 49%, empatando com os homens.
Com responsabilidades cada vez maiores, muitas mulheres se transformaram nos chefes de suas famílias, assumindo posições antes ocupadas somente pelos companheiros. As mulheres mostram a sua força ocupando cargos de grande importância para o desenvolvimento da sociedade. Grandes personalidades femininas podem ser citadas como representante dessa força.
·        Raquel de Queiroz, escritora, jornalista e dramaturga brasileira foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.
·         Marie Curie, cientista polonesa, foi a primeira pessoa a ser premiada duas vezes com o Prêmio Nobel, de Física, pelas suas descobertas no campo da radioatividade.
·          Maria da Penha, a brasileira que deu nome à lei que combate a violência contra a mulher no país.
·           A ministra Ellen Gracie é a primeira mulher a presidir o Supremo Tribunal Federal.
·           Dilma Rousseff, primeira presidente eleita no Brasil.


E não só hoje, como todos os dias, parabéns as mulheres. Parabéns por toda luta enfrentada, por toda superação e por toda conquista. 


Maria Cecília.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Quem, de fato, faz o jornalismo?


Hoje em dia, as pessoas têm grande acesso a internet e a todos os meios de comunicação para divulgar o que quer que seja. O ser humano precisa dessa comunicação e através das redes sociais e da mídia, se torna multiplicador de fatos. A partir de um celular, por exemplo, é possível registrar desastres ambientais, como as grandes enchentes, atropelamentos, acidentes, confusões e afins... 
Com isso, nota-se uma confusão entre ''quem, de fato, produz o jornalismo?''.  Jornalismo é uma obra coletiva e através dele, podemos tomar conhecimento do que está acontecendo no mundo. E para isso precisamos ter uma reportagem onde esclarece e produz a notícia com relevância e qualidade. Essa qualidade se torna a busca do aprofundamento da notícia e o entendimento que o jornalista (do apurador ao editor) teve sobre ela. 

Segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha para o jornal Folha de S. Paulo, 21 milhões de brasileiros leem jornais impressos todos os dias e 73 milhões leem periodicamente.
O jornal é instrumento fundamental dos individuos. 
Não deixe de se informar.
Maria Cecília.